O nome de Deus

O nome de Deus

 

YHWH é o Tetragrama usado primariamente para representar o Nome Sagrado de Deus, conforme a escrita hebraica original usando quatro letras consoantes. Embora YHWH seja a transliteração direta preferível e mais comum do Tetragrama Sagrado, as formas YHVH, JHWH e JHVH também costumam ser usadas. A maioria dos estudiosos hebreus indica Yahweh como correspondendo à mais provável pronúncia.

O significado exato do Tetragrama YHWH ainda é objeto de controvérsia entre os especialistas.

Em muitas versões da Bíblia, esse nome significa Ele Faz Que Venha a Ser. Outras traduções apresentam os seguintes significados: Eu Serei o Que Serei, Serei o que eu for, Eu sou Aquele que é, Eu sou o que sou.
O nome pode ser derivado de um verbo que significa “ser”, “existir”, “tornar-se”, ou “vir a passar”.

Os livros da Torá e do resto da Bíblia hebraica (exceto Ester) contêm a palavra hebraica YHWH. Com base nas letras hebraicas, sua pronúncia em hebraico seria algo como Iaue.

Judeus religiosamente observantes são proibidos de pronunciar o nome de Deus, e ao ler o Tanakh eles usam a palavra Adonai (“Senhor”).
Aqueles que seguem as tradições judaicas conservadoras não pronunciam YHWH seja em voz alta ou para si mesmos em silêncio, nem leem em voz alta formas inglesas transliteradas como Jehovah (ou Jeová), menos provável, ou YaHWeH (Yahweh, ou Javé, Iavé ou Iaué), que mais se aproximam do provável Iaue. Em vez disso, a palavra é substituída por um termo indireto reverente, usado para tratar ou para se referir ao Deus de Israel. Formas hebraicas comumente substituídas são Ha’Kadosh Baruch Hu (“O Santo Bendito”) ou Adonai (“O Senhor”) ou HaShem (“O Nome”).

A forma da expressão ao declarar o nome de Elohim (Senhor do Céu), YHWH deixou de ser utilizada há milhares de anos na pronúncia correta do Cananeu (língua que dá origem para o hebraico original, que é declarada como uma língua quase que completamente extinta). As pessoas perderam ao longo das décadas a capacidade de pronunciar de forma satisfatória e correta, pois a língua precisaria se curvar (dobrar) de uma forma em que especialistas no assunto descreveriam hoje em dia como impossível.